Insuficiência renal crônica tem cura!

 

 O que é insuficiência renal crônica

É a perda lenta do funcionamento do(s) rim(s), com o passar do tempo. Nos primeiros estágios podem ser assintomáticos. Os sintomas não aparecem até que o funcionamento dos rins seja 1/10 da sua capacidade. O estágio final da doença renal é chamado falência renal crônica: os rins já não funcionam mais e o paciente necessita de diálise ou transplante de rim.

As causas
A medicina convencional cita o Diabetes e a Hipertensão como causas comuns responsáveis pela maioria dos casos.

Os sintomas:
Mal estar geral e fadiga.
Hipertensão.
Coceira generalizada e pele seca.
Dores de cabeça e nos ossos.
Sonolência e confusão.
Dificuldade de concentração e de raciocínio.
Dormência nas mãos, pés e outras partes do corpo.
Espasmo muscular e câimbras.
Hematomas.
Hemorragia.
Sede Excessiva.
Baixo nível de interesse sexual, impotência.
Amenorreia.
Insônia, etc..
Tratamento

Controlar a pressão arterial é a chave para retardar a maioria dos danos renais. Os médicos usam com maior frequência os inibidores de enzima conversora da angiotensina (ECA) ou os antagonistas do receptor da angiotensina: são usados para manter a pressão arterial abaixo de 130/80 mmHg. A medicina convencional diz que não há cura para a insuficiência renal crônica.

Dia 14 de Março é o dia Mundial do Rim. No Brasil, cerca de 10 milhões de pessoas sofrem de disfunção renal. Aproximadamente 100 mil brasileiros estão fazendo diálise, com taxa de mortalidade de 17% ao ano, superior ao câncer de mama e colo de útero. As grandes maiorias dos pacientes morrem antes de ter acesso ao tratamento. Em 2012, foram realizados 5.285 transplantes renais, permanecendo ainda em torno de 36 mil na fila de espera de doadores de órgão. Os números assustadores acima mostram o quadro real da medicina atual brasileira.

O órgão no homem tem a forma de um grão de feijão, no cavalo uma forma de copa de baralho, no boi um lobulações na superfície separadas por fissuras mais ou menos profundas, na cabra e cão apresenta uma morfologia muito parecida com a do homem variando no tamanho e no porco, embora conservada a forma de grão de feijão, é mais alongado e achatado no sentido ventro dorsal.
O órgão no homem tem a forma de um grão de feijão, no cavalo uma forma de copa de baralho, no boi um lobulações na superfície separadas por fissuras mais ou menos profundas, na cabra e cão apresenta uma morfologia muito parecida com a do homem variando no tamanho e no porco, embora conservada a forma de grão de feijão, é mais alongado e achatado no sentido ventro dorsal.

Do ponto de vista do Kotsuban Tyousei

A causa verdadeira é a má circulação sanguínea causada por rigidez muscular, torção da articulação sacroilíaca e coluna vertebral. As causas e os sintomas citados pela a medicina convencional são consequência da rigidez muscular.

A má circulação sanguínea provoca falta de oxigênio, matérias nutritivas e acúmulo de resíduos no interior das células, dos órgãos. O cérebro reage imediatamente e envia sinais elétricos ao coração para aumentar as batidas cardíacas e aumentar a pressão arterial para suprir esta falta, daí a hipertensão, bem como todos os sintomas citados pela medicina convencional.

A má circulação é caracterizada pela passagem dificultosa do sangue pelas veias e pelas artérias que gera sintomas como por exemplo pés e mão frias.
A má circulação é caracterizada pela passagem dificultosa do sangue pelas veias e pelas artérias que gera sintomas como por exemplo pés e mão frias.

 

A ação da medicina convencional de procurar controlar a pressão arterial força o cérebro que já recebe menos oxigênio, matérias nutritivas, linfa imunológica, e o acúmulo de resíduos constante, leva com o passar do tempo a consequências graves como: demência, Parkinson, AVC, Alzheimer, etc.: todos eles distúrbios relacionados com a cabeça.

A coluna vertebral torcida e rigidez muscular ao redor da coluna estrangulam os nervos que emergem dos espaços intervertebrais, diminuindo a capacidade de controle dos órgãos internos: as verdadeiras causas da insuficiência renal crônica.

O método de tratamento alternativo Kotsuban Tyousei é ajustar a articulação sacroilíaca e coluna vertebral, todas as articulações e massagear todos os músculos. Assim os músculos relaxam, a coluna ajustada libera os nervos, a circulação sanguínea é reativada, assim como o sistema nervoso e a linfa imunológica. Reativação da força vital, a força de cura natural. A cura será de forma definitiva.

Com o tratamento Kotsuban Tyousei, a cura da insuficiência renal crônica é possível para pacientes que fazem diálise; E até para aqueles com falência renal que necessitam de diálise constantemente ou transplante de rim!

Abaixo videos de depoimento de um renal cronico que faz o tratamento Kotsuban tyousei:

Vídeo 1: Ele perdeu os rins e tá fazendo xixi_ – YouTube-1

Vídeo 2: Arsenal para a insuficiência renal_ Técnica Kotsuban Tyousei – YouTube

 

O que é Diabetes?

Diabetes Mellitus é uma doença caracterizada pela elevação da glicose no sangue (hiperglicemia). Pode ocorrer devido a defeitos na secreção ou na ação do hormônio insulina, que é produzido no pâncreas, pelas chamadas células beta . A função principal da insulina é promover a entrada de glicose para as células do organismo de forma que ela possa ser aproveitada para as diversas atividades celulares. A falta da insulina ou um defeito na sua ação resulta portanto em acúmulo de glicose no sangue, o que chamamos de hiperglicemia.

Classificação do Diabetes

Sabemos hoje que diversas condições que podem levar ao diabetes, porém a grande maioria dos casos está dividida em dois grupos: Diabetes Tipo 1 e Diabetes Tipo 2.

Diabetes Tipo 1 (DM 1) – Essa forma de diabetes é resultado da destruição das células beta pancreáticas por um processo imunológico, ou seja, pela formação de anticorpos pelo próprio organismo contra as células, beta levando a deficiência de insulina. Nesse caso podemos detectar em exames de sangue a presença desses anticorpos que são: ICA, IAAs, GAD e IA-2. Eles estão presentes em cerca de 85 a 90% dos casos de DM 1 no momento do diagnóstico. Em geral costuma acometer crianças e adultos jovens, mas pode ser desencadeado em qualquer faixa etária.

O quadro clínico mais característico é de um início relativamente rápido (alguns dias até poucos meses) de sintomas como: sede, diurese e fome excessivas, emagrecimento importante, cansaço e fraqueza. Se o tratamento não for realizado rapidamente, os sintomas podem evoluir para desidratação severa, sonolência, vômitos, dificuldades respiratórias e coma. Esse quadro mais grave é conhecido como Cetoacidose Diabética e necessita de internação para tratamento.

Diabetes Tipo 2 (DM 2) – Nesta forma de diabetes está incluída a grande maioria dos casos (cerca de 90% dos pacientes diabéticos). Nesses pacientes, a insulina é produzida pelas células beta pancreáticas, porém, sua ação está dificultada, caracterizando um quadro de resistência insulínica. Isso vai levar a um aumento da produção de insulina para tentar manter a glicose em níveis normais. Quando isso não é mais possível, surge o diabetes. A instalação do quadro é mais lenta e os sintomas – sede, aumento da diurese, dores nas pernas, alterações visuais e outros – podem demorar vários anos até se apresentarem. Se não reconhecido e tratado a tempo, também pode evoluir para um quadro grave de desidratação e coma .

Ao contrário do Diabetes Tipo 1, há geralmente associação com aumento de peso e obesidade, acometendo principalmente adultos a partir dos 50 anos. Contudo, observa-se, cada vez mais, o desenvolvimento do quadro em adultos jovens e até crianças. Isso se deve, principalmente, pelo aumento do consumo de gorduras e carboidratos aliados à falta de atividade física. Assim, o endocrinologista tem, mais do que qualquer outro especialista, a chance de diagnosticar o diabetes em sua fase inicial, haja visto a grande quantidade de pacientes que procuram este profissional por problemas de obesidade.

Outros Tipos de Diabetes – Outros tipos de diabetes são bem mais raros e incluem defeitos genéticos da função da célula beta (MODY 1, 2 e 3), defeitos genéticos na ação da insulina, doenças do pâncreas (pancreatite, tumores pancreáticos, hemocromatose), outras doenças endócrinas (Síndrome de Cushing, hipertireoidismo, acromegalia) e uso de certos medicamentos.

Diabetes Gestacional – Atenção especial deve ser dada ao diabetes diagnosticado durante a gestação. A ele é dado o nome de Diabetes Gestacional. Pode ser transitório ou não e, ao término da gravidez, a paciente deve ser investigada e acompanhada.. Na maioria das vezes ele é detectado no 3o trimestre da gravidez, através de um teste de sobrecarga de glicose. As gestantes que tiverem história prévia de diabetes gestacional, de perdas fetais, má formações fetais, hipertensão arterial, obesidade ou história familiar de diabetes não devem esperar o 3º trimestre para serem testadas, já que sua chance de desenvolverem a doença é maior.

Como Posso Saber se Estou Diabético?

O diagnóstico laboratorial pode ser feito de três formas e, caso positivo, deve ser confirmado em outra ocasião. São considerados positivos os que apresentarem os seguintes resultados:

1) glicemia de jejum > 126 mg/dl (jejum de 8 horas)
2) glicemia casual (colhida em qualquer horário do dia, independente da última refeição realizada (> 200 mg/dl em paciente com sintomas característicos de diabetes.
3) glicemia > 200 mg/dl duas horas após sobrecarga oral de 75 gramas de glicose.

Existem ainda dois grupos de pacientes, identificados por esses mesmos exames, que devem ser acompanhados de perto pois tem grande chance de tornarem-se diabéticos. Na verdade esses pacientes já devem ser submetidos a um tratamento preventivo que inclui mudança de hábitos alimentares, prática de atividade física ou mesmo a introdução de medicamentos. São eles:

(a) glicemia de jejum > 110mg/dl e < 126 mg/dl.
(b) glicemia 2 horas após sobrecarga de 75 gr de glicose oral entre 140 mg/dl e 200 mg/dl

O diagnóstico precoce do diabetes é importante não só para prevenção das complicações agudas já descritas, como também para a prevenção de complicações crônicas.

Imagens sobre casos de diabetes:

  

Porque a diabetes pode causar cegueira?

Quando a diabetes não é controlada adequadamente, com cuidados na alimentação e etc…, os níveis de açúcar no sangue podem ficar elevados durante muito tempo, provocando lesões progressivas na retina e nos vasos sanguíneos dos olhos, que leva a visão embaçada, dificuldade para enxergar e, nos casos mais avançados, cegueira.

Além disso, estas alterações na visão, conhecidas cientificamente como retinopatia diabética, podem ser agravadas quando se tem outra doença como hipertensão arterial, problemas renais ou colesterol alto, por exemplo.

A retinopatia diabética pode ser dividida em 2 tipos diferentes:

  • Retinopatia diabética não proliferativa: é o tipo menos grave do problema que apresenta apenas pequenas lesões nos vasos sanguíneos do olho;
  • Retinopatia diabética proliferativa: é o tipo mais grave que provoca o surgimento vasos mais frágeis no olho, que podem romper, piorando a visão ou causando cegueira.

Porque a diabetes pode causar cegueira

Quais os sintomas mais comuns?

Os principais sintomas da retinopatia diabética incluem:

  • Pequenos pontos negros ou linhas na visão;
  • Visão embaçada;
  • Manchas escuras na visão;
  • Dificuldade para enxergar;
  • Dificuldade para identificar cores diferentes

No entanto, nem sempre estes sintomas são fáceis de identificar antes do surgimento da cegueira e, por isso, é muito importante que pessoas que sofrem de diabetes mantenham os seus níveis de açúcar bem controlados e façam consultas regulares no oftalmologista para avaliar sua saúde ocular.

Rigidez muscular e má circulação sanguínea

  Rigidez muscular e má circulação sanguínea.

Todas as doenças têm a causa única, má circulação sanguínea.

Má circulação sanguínea é resultado de rigidez muscular, sua origem está na pelve.

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A origem da rigidez muscular é torção de articulação sacro-ilíaca e da coluna vertebral. Quando torce a pelve (precisamente a articulação sacro-ilíaca), a base do sacro inclina assim coluna situada acima da base do sacro também inclina.

Os músculos funcionam como bomba auxiliar do coração, seus contrações e extensões dos tecidos musculares  ajudam bombear o sangue até extremo do corpo. Com permanente estado de contração muscular, diminui a capacidade de bombear a sangue.O cérebro envia sinais aos músculos do redor da articulação sacro-ilíaca e da coluna, endurecer para amortecer a dor e mesmo tempo não piorar o quadro.
Assim se inicia processo de rigidez muscular. Esse processo comandado por cérebro não cessa enquanto não houve a correção de articulação sacro-ilíaca que é que sua verdadeira causa. Veja: “Quando e como pode haver a Torção articulação sacro-ilíaca?” e “O mecanismo de adoecimento”

A rigidez muscular ao longo do tempo, diminuir a capacidade de promover circulação sanguínea, por permanente estado de contração muscular.

Má circulação sanguínea longo dos tempos provoca enfraquecimento dos músculos e vasos sanguíneos e provoca a perda de elasticidade e dilatação dos mesmos e leva a sujeito suscetível a formação de coágulo sanguíneo e trombose.

O tratamento alternativo  “Kotsuban Tyousei”, procede sem medicamento nenhum e elimina a verdadeira causa. Seu método é bastante simples, mas de eficiência incrível.

O método consiste em apenas ajustar a pelve (precisamente a articulação sacro-ilíaca) e outras articulações, ajustar a coluna vertebral e massagear todos os músculos. O objetivo é relaxar todos os músculos e os tendões para reativar a circulação sanguínea, os sistemas de linfa-imunidade e nervoso. Assim reativa a força vital, a força de cura natural se instala ao nosso corpo. Essa cura será de forma definitiva: sem sequela, nem recaída.

 Fonte; http://www.sobiologia.com.br  http://saude.hsw.uol.com.br http://esporte.hsw.uol.com.br

Os músculos são constituídos por tecido muscular e caracterizam-se pela sua contratilidade. Funcionando pela contração e extensão das suas fibras, são responsáveis por gerar movimentos que permitem promover a circulação do sangue no organismo, além de locomoção, como andar, correr, saltar, nadar, falar, alimentar, funcionar órgãos internos como; impulsionar os alimentos ao longo do tubo digestório, coração, rins etc.

A medicina tradicional classifica três tipos de músculos no corpo humano:

Músculo não estriado (músculo liso): Tem contração lenta e involuntária e ocorrem independente da nossa vontade como, funcionamentos dos órgãos internas (o esôfago, o estômago, o intestino, as veias e as artérias).

Músculo estriado esquelético: Ligado aos ossos por meio de tendões (cordões fibrosos). Possuem contração vigorosa e voluntária, obedecem a nossa vontade.

Músculo estriado cardíaco:  Ē o miocárdio, o músculo do coração, que promove os batimentos cardíacos. Sua contração é vigorosa e involuntária.

O movimento qual que seja usa os músculos.  A fonte de energia dos músculos, assim como todas as células do corpo é o sangue recém-oxigenadas rico em materiais nutritivos.

Acordo com atividade dos músculos aumenta consumo de sangue e para suprir esta demanda, o corpo possui vários mecanismos de aumentar fluxo de sangue como:

Vasodilatação: Dentro dos vasos sanguíneos expandem ou delatam para aumentar fluxo      sanguíneo.

Vasoconstrição: Uma parte do fluxo sanguíneo das alguns órgãos como, o estômago, os intestinos, os rins desviado para os músculos em atividade.

Aumentar um ritimo de batimentos cardíacos: Acordo com o batimento cardíaco, o fluxo e o volume de sangue aumentam.

Aumentar frequência e da profundidade da respiração: Aumenta quantidade de sangue oxigenado.

Aumentar liberação de oxigênio da hemoglobina para o músculo em atividade:

Rigidez muscular;  Fonte; http://www.emforma.net/  http://www.lookfordiagnosis.com é os músculos ficam contraído mesmo em estado de relaxamento. Um sintoma que ocorre quando os músculos não podem se mover rapidamente, sem que seja acompanhado de dor ou de espasma e precisa de se mover lentamente.

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A medicina convencional disse que “a rigidez muscular é comum, sendo que maioria das pessoas acaba sendo adaptada, se os sintomas não forem muito grave como da doença de parkinson ( tremores de repouso, diminuição de velocidade de movimentos (bradicinesia), rigidez e comprometimento dos reflexos posturais, passos pequenos, dificuldades  para se levantar da cama ou cadeira, fácies inexpressivas, dificuldade para falar, engolir, salivação abundante (sialorréia), engasgos, intestino lento, hipertensão postural e déficit cognitivo).

Os possíveis mecanismos da rigidez muscular: Para que os músculos relaxem eles necessitam de magnésio e para que contraiam eles necessitam de cálcio. Qualquer desequilíbrio destes, isto é, demasiado cálcio ou muito pouco magnésio, aumenta muito a tendência para espasmos e contrações.

Uma vez que uma pessoa tenha desenvolvido uma tendência para espasmos musculares e dores, isso faz com que o nosso cérebro acabe por aprender a responder em próximas situações semelhantes. Assim, numa situação em que há um movimento muito rápido, o cérebro antecipa que o músculo vai entrar em espasmo e, portanto, todos os movimentos são geralmente abrandados para impedir que isso aconteça.

O cérebro é também responsável pela tonificação muscular e distúrbios neurológicos, tais como a doença de Parkinson podem resultar em rigidez muscular ou mesmo a espasticidade. O stress psicológico também tende a aumentar a tensão muscular e pode agravar uma tendência subjacente.

O tratamento de rigidez muscular: Faça uma dieta da “Idade da Pedra” pois esta consiste num baixo índice glicémico e é baixa em cafeína, além de equilibrar os níveis de cálcio e magnésio. Além disso, se um músculo duro é subitamente esticado, então isso vai rasgar fisicamente as fibras musculares. A cura e reparação são efetuadas pelo sistema imunitário, que faz isso através de um processo de inflamação.

Tenha cuidado com a aspirina e outros tais medicamentos não-esteróides e anti-inflamatórios que podem causar problemas intestinais e são analgésicos pois a dor é a maneira da natureza de dizer-lhe para ter cuidado com um músculo, de modo a não o danificar dando-lhe o devido descanso.

Tensão pré-menstrual TPM

Tensão pré-menstrual (TPM)

O Kotsuban Tyousei elimina a causa e cura será definitiva.

Pelo ponto de vista do Kotsuban Tyousei a causa verdadeira da TPM é má circulação sanguínea e mau funcionamento dos nervos que controlam o sistema reprodutor feminino é facilmente curado.

O tratamento de Kotsuban Tyousei é para reativar os nervos e circulação sanguínea.  Assim reativa a força vital, a força de cura natural que há no corpo.

Pelo ponto de vista do Kotsuban Tyousei a verdadeira causa do TPM é má circulação sanguínea e mau funcionamento dos nervos que controlam o sistema reprodutor feminino, provocados por rigidez muscular, originada na torção de pelve e da coluna vertebral.

Essa rigidez muscular acaba estrangulando os vasos sanguíneos que passam e provocam má circulação sanguínea e também estrangula os nervos que controlam o sistema reprodutor feminino.
Por outro lado menstruação, ovulação, concepção e gravidez é um trabalho sagrado mais importante de ser mulher, o cérebro se prioriza e desempenha para esta função. O período que antecede a menstruação para preparação de receber um óvulo fecundado e depois, se não houver a fecundação a parede do útero descama, precisando limpar e preparar para o próximo ciclo menstrual. Isso exige um fluxo sanguíneo mais elevado.

Também o corpo humano possui um mecanismo de concentrar o fluxo sanguíneo onde se é mais exigido, diminuindo o fluxo de outras partes, exemplo disso o maratonista quando corre os músculos do membro inferior exige concentração maior de oxigenação e nutrição e os vasos sanguíneos se expandem ou dilatem para aumentar o fluxo sanguíneo e diminuindo das partes menos exigidas no momento, como do intestino, estômago, rins e cérebro, desviando para o membro inferior.
Assim na época que antecede a menstruação, os vasos sanguíneos ligados ao aparelho reprodutor se expandem ou dilatam para aumentar o fluxo sanguíneo na região abdominal e diminuindo das partes menos exigidas e desviando-os para o aparelho reprodutor feminino.

Por esse motivo as mulheres que tem problemas de má circulação sanguínea sofrem de TPM.

O tratamento de Kotsuban Tyousei é para reativar os nervos e circulação sanguínea.  Assim reativa a força vital, a força de cura natural que há no corpo.

Seu método é ajustar a pelve, coluna vertebral e todas as articulações e massagear todos os músculos.
Com o ajuste da pelve e coluna vertebral, libera-se os nervos obstruídos, o sistema reprodutor volta a funcionar normalmente inclusive a produção de hormônio feminino.

Com a reativação da circulação sanguínea, há o aumento do fornecimento de oxigênio, nutrição e recolhimento de resíduos orgânicos, eliminando todos os sintomas da TPM. A cura será de forma permanente.

A medicina convencional não conhece a causa exata da síndrome pré-menstrual. Não existe um tratamento específico, apenas para aliviar os sintomas que sentem.

Segundo dados cerca de 90% das mulheres brasileiras sofrem de tensão pré-menstrual (TPM) e entre elas 10% enfrentam sintomas severos.

Tensão pré-menstrual, ou TPM, é um tema que interessa não só às mulheres, mas aos homens, especialmente. Ela se caracteriza por um conjunto de sintomas e sinais que se manifesta um pouco antes da menstruação e desaparece com ela. Se eles persistem, não se trata da síndrome de TPM, que está diretamente relacionada com a produção dos hormônios femininos.

Segundo a medicina convencional a causa exata da síndrome pré-menstrual não é conhecida, mas muitos fatores podem contribuir para esta condição. A Tensão Pré-Menstrual (TPM) é um conjunto de sintomas físicos e emocionais que começam no meio do ciclo menstrual da mulher e desaparecem como num passe de mágica quando chega a menstruação. Fontes: http://g1.globo.com/bemestar/ http://drauziovarella.com.br/

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Sintomas físicos da TPM mais comuns são: enjoo, sono, dores e inchaço abdominal, prisão de ventre ou diarreia, vômitos, sensação de peso na pelve, acne ou agravamento de problemas dermatológicos preexistentes, dor de cabeça, enxaqueca, desmaios, sensação de zumbido, contrações musculares, palpitações, descoordenação dos movimentos, inchaço nas pernas, sensação dolorosa nas mamas, ganho de peso, aumento da predisposição a alergias e gripes, diminuição do desejo sexual, aumento ou falta de apetite e etc.

Sintomas psicológicos da TPM: irritabilidade, nervosismo, hipersensibilidade emocional, agitação, raiva, insônia, dificuldade de concentração, letargia, depressão, sensação de cansaço, ansiedade, baixa autoestima, ataques de choros.
Há um fator hereditário. Pessoas cujas mães apresentaram TPM têm maior probabilidade de desenvolver a síndrome.
TPM é mais frequente após os 30-40 anos de idade, ocorrendo com mais frequência os sintomas psíquicos. Elas se sentem mais cansadas e irritadas um ou dois dias antes de menstruar.
A adolescente chega à escola e de repente sangra e nelas os principais sintomas são físicos: dor de cabeça e cólica.

O que é menstruação:
Menstruação é a descamação das paredes internas do útero quando não há fecundação. Essa descamação faz parte do ciclo reprodutivo da mulher e acontece todo mês. O corpo feminino se prepara para a gravidez, e quando esta não ocorre, o endométrio (membrana interna do útero) se desprende.

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O fluxo menstrual é composto, assim, por sangue e tecido interior uterino.

 

O período menstrual faz parte do ciclo reprodutivo da mulher, que acontece em quatro fases:

Menstruação – Perda de sangue que ocorre periodicamente. Devido a estímulos hormonais, a superfície do endométrio se rompe e é excretada pela vagina, sob a aparência de um fluido de sangue. Em geral, a primeira menstruação (menarca) ocorre aos dozes anos;

Fase pré-ovulatória – Período em que o óvulo se desenvolve para sair do ovário e o útero se prepara para poder receber um óvulo fecundado;

Ovulação – Processo que ocorre entre o 13º e 15º dia antes da próxima menstruação. Nessa fase, a mulher está fértil e tem maiores chances de engravidar;

Fase pós-ovulatória – quando o óvulo não é fecundado, ele morre após 12 ou 24 horas. Após essa morte, há o início de uma nova menstruação. fonte: http://www.gineco.com.br/

Doenças Femininas Por se tratar da TPM, não existe um tratamento específico, já que os sintomas variam muito de intensidade para cada mulher. Entretanto, há medidas que aliviam os sintomas. Fonte: www.gineco.com.br ›

 É importante ressaltar que sem tratamento a mulher não vai morrer nem matar ninguém, mas vale a pena resolver o problema tendo em vista a melhora da qualidade de vida. Fonte: drauziovarella.com.br/mulher-2/tensao-pre-menstrual-2/

Não existe um único remédio ou tratamento para toda mulher que sofre com TPM, mas sim tratamentos tópicos, conforme o que ela está sentindo. Fonte: www.minhavida.com.br/saude/temas/tpm Confira os tratamentos que funcionam melhor para cada tipo de TPM:
Resumindo: A medicina convencional não conhece a causa exata da síndrome pré-menstrual, consequentemente não existe um tratamento específico. Assim o tratamento da TPM é apenas para aliviar os sintomas que sentem.

Como reconhecer um AVC ou AVE?

O Acidente Vascular Cerebral (acrônimo: AVC), ou Acidente Vascular Encefálico (acrônimo: AVE), vulgarmente chamado de derrame cerebral.

Durante o churrasco, uma mulher caiu. Queriam chamar uma ambulância, mas ela insistiu que estava bem e que só tropeçara por causa dos sapatos novos. Ela estava um pouco pálida e tremia. Mulher passou o resto da noite bem disposta e alegre. Mais tarde, o marido dela telefonou a informar, que a mulher fora internada no hospital. Às 23 horas falecera.

Ela tinha tido um AVC durante o churrasco. Se os outros soubessem reconhecer os sintomas do AVC, ela poderia ainda estar viva. Algumas pessoas não morrem logo, mas ficam durante muito tempo sujeito a apoios e numa situação de desespero.

Os fatores de risco do AVC são a idade, hipertensão, diabetes, obesidade, fumo, sedentarismo, etc.
Os fatores de risco do AVC são a idade, hipertensão, diabetes, obesidade, fumo, sedentarismo, etc.

Só demora 1 minuto a ler o seguinte: Um neurologista disse, se ele consegue chegar ao pé de um indivíduo que sofreu um AVC, ele pode eliminar as sequelas de um AVC. Ele disse, o truque é diagnosticar e tratar a pessoa durante as primeiras 3 horas.

Como reconhecer um AVC: Há quatro passos que devem ser seguidos para reconhecer um AVC.

1 – Peça à pessoa para rir (ela não vai conseguir).
2 – Peça à pessoa para dizer uma frase simples (por exemplo: hoje está um dia bonito).
3 – Peça à pessoa para levantar os dois braços (não vai conseguir bem).
4 – Peça à pessoa para mostrar a língua (se a língua estiver torta ou virar dum lado para o outro, é um sintoma).

Se a pessoa tem alguns destes sintomas chamarem imediatamente o médico, descrever os sintomas ao telefone.

Um cardiologista disse se for possível divulgar estas dicas a um número elevado de pessoas, podemos ter a certeza, que alguma vida – eventualmente a nossa própria possa ser salva.

Tomografia computadorizada de crânio sequencial mostrando lesões hemorrágicas com edema perilesional*, medindo 20mm a 30mm no lodo frontal esquerdo e parietal direito, sulcos cerebrais parcialmente apagados, sem desvio de tinha média, além de calcificação ateromatosas em artérias carótidas internas direita e esquerda. * Perilesional, refere-se a região próxima a lesão, ao redor, nas margens da lesão
Tomografia computadorizada de crânio sequencial mostrando lesões hemorrágicas com edema perilesional*, medindo 20mm a 30mm no lodo frontal esquerdo e parietal direito, sulcos cerebrais parcialmente apagados, sem desvio de tinha média, além de calcificação ateromatosas em artérias carótidas internas direita e esquerda. * Perilesional, refere-se a região próxima a lesão, ao redor, nas margens da lesão

As sequelas deixadas pelo AVC abre para os indivíduos acometidos, um caminho penoso, longo e muitas vezes limitante na recuperação de suas atividades normais. Doenças que NÃO tem sua origem por meio de Vírus, Bactérias ou Câncer, podem ser tratadas com a técnica Kotsuban Tyousei. Mas é importante deixar claro que nosso objetivo não é de competir com a medicina tradicional e os profissionais da área, mas sim, apenas mostrar pontos cegos ocultos dessa medicina. Leia mais em Doenças que podem ser curadas!

Mandamos todos os dias tantas coisas inúteis também podem encher as linhas com coisas importantes, não acham?

Depoimento de ex-fibromiálgica

“Ele me disse que eu teria que parar de tomar qualquer remédio.”

“Sofro com “Fibromialgia” desde 1999 e naquela época e maioria dos médicos ainda não conheciam essa doença. Tinha forte dores por todo o corpo, principalmente nas costas e pescoço. Consultei vários ortopedistas, mas eles não sabiam o que eu tinha. Diziam que eu precisava fazer exercício físico. Havia dias que eu não conseguia nem respirar de tanto que doía, como eu iria fazer exercício físico.

Finalmente comecei tratamento com um reumatologista no consultório de uma endocrinologista. As dores diminuíram significativamente, mas eu precisava tomar remédios todas às noites. No ano passado(2011) as dores voltaram forte e precisavam de remédios cada vez mais fortes e fiquei apavorada.

Um dia conversando com uma amiga que me falou a respeito do Sr. Yoneo Oda e do “Kotsuban Tyousei”. Ela disse que havia feito um tratamento com ele devido dores nas costas  por causa de coluna torta e tinha melhorado.

Foi no dia 21 de outubro que estive com o Sr. Oda pela primeira vez. Ele me disse que tinha a cura para a “Fibromialgia” sem que eu precisasse de tomar remédios, ou melhor, eu teria que parar de tomar qualquer remédios. Como iria ficar sem tomar remédios, uma vez que eles já me acompanham há tanto tempo? Era difícil de acreditar. Achava que era impossível de parar de tomar os remédios, mas assim resolvi arriscar.

Com certeza foi a melhor decisão que tomei. Estou desde o dia 21 de outubro de 2011 (já passaram 3 meses) sem tomar nenhum remédio para dor. A cada dia me senti melhor, mais bem disposta e muito feliz por não sentir dor.

Esse técnica chamada “Kotsuban Tyousei” foi trazido do Japão pelo Sr. Yoneo Oda, mas infelizmente não é reconhecida pelo órgãos competentes aqui no Brasil.

Espero que ele consiga, o mais rápido possível, o reconhecimento dessa técnica, para que possa continuar ajudando as pessoas a se livrarem de suas dores sem medicação.”

Muito obrigado Sr. Yoneo Oda. São Paulo, 20 de Janeiro de 2012 – Sonia M.P.

A causa verdadeira da “Fibromialgia” é má circulação sanguínea e nada mais. É fácil de curar em prazo relativamente curto e de forma definitiva.

O resultado de tratamento da fibromialgia

A seguir quero mostrar  o resultado do tratamento de “Kotsuban Tyousei” feito para o portador de fibromialgia.

A medicina convencional diz que a fibromialgia é uma síndrome sem causa definida e sem cura que provoca dores generalizadas e difusas. Cerca de 4 milhões de portadores de fibromialgia no Brasil sofrem com esta doença misteriosa, tenebrosa,  que a medicina convencional não consegue detectar a causa verdadeira e nem se sabe como  tratar, dizem que os tratamentos são apenas para aliviar os sintomas, prosseguem os tratamentos baseados em medicamentos analgésicos, anti-inflamatórios, antidepressivos e anticonvulsivos, todos com efeitos colaterais mais negativos que positivos. Tem pessoas sofrendo 10 anos, 20 anos ou até mais. Ver: Minha Vida  e ABRAFIBRO – Associação Brasileira dos Fibromiálgicos

A minha primeira experiência de tratamento em fibromialgia:

Em 19 de março de 2011, a Sra. Elaine (43 anos) visitou-nos, e disse, “Estou sofrendo de fibromialgia há mais de 10 anos, tomando remédios cada vez mais forte e nada de melhora. No ano passado um ortopedista me disse que “a dor é por causa da hérnia de disco entre L-4 e L-5”, e me operou colocando dois pinos metálicos, mas, após operação a dor continua e cada vez mais intensa. Aí o médico que operou me disse, “A operação foi bem sucedida agora o problema é outro, tem que procurar outros médicos”. Eu não aguento mais!…. “Com seu tratamento “Kotsuban Tyousei” pode melhorar?”

Imediatamente respondi que “sim! além de melhorar pode curar definitivamente, mas preciso de tempo, de pelo menos 3 meses, e tem que me prometer que não tomará mais os medicamentos que o médico receitou”.  Ela me respondeu que “sim, se precisar mais tempo que isso, já que estou sofrendo mais de 10 anos, 3 meses não é nada, quanto aos remédios posso jogar agora mesmo, já que não está fazendo efeito nenhum.”

Assim no dia 19 de março de 2011, sábado, começou o tratamento da fibromialgia. Ela tinha além de hérnia de disco operada com 2 pinos metálicos, insônia, enxaqueca, prisão de ventre, azia estomacal, inchaço e dores generalizadas e difusas em todo o corpo.

19 de Março de 2011 – A dor era generalizada. Era incrível que por toda parte do corpo aonde se tocava os dedos, desde a cabeça até os dedos do pé, tinha que se ter cuidado especial e seria um tratamento demorado.

22 de Março de 2011 – Disse que só com o primeiro tratamento a insônia, a enxaqueca e a prisão de ventre acabaram. Urinou bastante, o inchaço diminuiu, e comentou que nunca passou um final de semana com tanta disposição.

29 de Março de 2011 – Comentou que a cada tratamento que faz a dor está diminuindo.

31 de Março de 2011 – Após 12 dias de tratamento comentou o seguinte;

”Olha Sr.!…. Se eu contar uma coisa desta acho que o Sr. nem acredita. Na empresa aonde eu trabalho, para  almoçar tenho que subir uma ladeira forte. Durante 10 anos eu saia junto com as colegas quando eu chegava no restaurante, meus colegas já tinham terminado de almoçar e estavam saindo. Hoje pela primeira vez consegui caminhar, chegar ao restaurante, almoçamos e voltamos juntos. Que maravilha, graças a Deus, graças ao seu tratamento. Muita obrigada. Já não tenho mais azia estomacal.

02 de Abril de 2011 – Não sinto mais cansaço, quando acordo.

07 de Abril de 2011 – Tenho dor somente na região da coxa, ao redor do joelho e do tornozelo.

13 de Abril de 2011 – Começou a ter dor no estômago e voltou a ter dor no corpo todo.  Contou que em 09/04 foi passear em um sítio e caminhou muito com  churrasco e cerveja gelada. A dor no estômago é resultado da cerveja gelada que o estômago não aguentou com o choque térmico. O retorno da dor é resultado da caminhada forçada exagerada, onde os músculos ainda não estavam preparados para caminhadas longas, ainda não  fortalecidos  suficientemente.

14 de abril de 2011 – A dor que sentia pelo corpo todo desapareceu,  sentindo um pouco de dor na região da coxa, joelho e tornozelo.

28 de maio de 2011 – Na decima setima sessão, após 70 dias de começar o tratamento,  finalmente conseguiu superar a fibromialgia.

Para falar a verdade, em 19 de Março de 2011 era a primeira vez que ouvi o nome desta doença, a “fibromialgia”, até então era-me novidade.

Quando a Sra. Elaine me perguntou “ A fibromialgia melhora com seu tratamento ? ” Respondi imediatamente que “Sim. Além de melhorar, cura!… cura definitivamente”. Respondi assim apesar de não conhecer essa doença, porque na hora me lembrei da palavra do Mestre Masayoshi Gomi que desenvolveu esta técnica de “Kotsuban Tyousei”, que diz: ”Não se assuste com o nome da doença. Não importa o nome, a causa verdadeira é única, a má circulação sanguínea, reativando a circulação sanguínea cura qualquer doença”.

Assim comecei o tratamento e o resultado é realmente incrível, assustador até, surpreendente,  simplesmente inacreditável. Eu mesmo não esperava tanto.

A fibromialgia não é a doença tenebrosa como diz a medicina convencional. Tem cura sim! Continue lendo: Depoimento de ex-fibromiálgica

 

Fibromialgia? Ou a felicidade é direito de todos!

Vamos recuperar e usufruir a felicidade da vida sem dor com o tratamento “Kotsuban Tyousei”.

Pelo ponto de vista da medicina convencioal, a fibromialgia é uma doença sistêmica e generalizada dos tecidos moles, que se caracterizam por dores em todo o corpo, principalmente nos grandes músculos de sustentação. Além da dor generalizada, a fibromialgia se caracteriza por pontos sensíveis em locais específicos. Uma das dores mais insuportáveis e difíceis de tratar afeta 7 vezes mais mulheres do que homens.

É uma doença que não tem cura nem causa comprovada.

Os sintomas são:
Dor generalizada e difusa.
Insônia, sono superficial e não reparador.
Intestino irritável.
Infecção urinária repetitiva.
Inreguralidade no fluxo menstrual.
Rigidez e fraqueza muscular.
Falta de energia.
Sensibilidade ao frio.
Formigamento e dormência.
Pressão na cabeça.
Dificuldade de memorização e concentração.
Alteração de humor e depressão.
Enxaqueca, cefaleia, vertigem.
Ansiedade crônica.

O tratamento: a orientação e conscientização do paciente em relação à doença é muito importante, que se baseia no controle dos sintomas com uso de medicamentos, como analgésicos (inclusive opióides), antidepressivos, anti-inflamatórios, relaxantes musculares, bloqueio analgésico e atividade física.

Tratamento Kotsuban Tyousei para aliviar a dor causada pela Fibromialgia
Tratamento Kotsuban Tyousei para aliviar a dor causada pela Fibromialgia

O objetivo principal do tratamento é a redução dos sintomas, estimulando o paciente a se adaptar e conviver com período reduzido  de exacerbação das dores.

Pelo ponto de vista do “Kotsuban Tyousei”, a causa verdadeira da fibromialgia é a má circulação sanguínea causadas por rigidez muscular, pela torção da articulação sacroilíaca e desvio da coluna vertebral.

A torção da coluna provoca rigidez muscular e acaba estrangulando os nervos que emergem da coluna, a má circulação sanguínea provoca falta de oxigênio, matérias nutritivas e acúmulo de resíduos. O cérebro reage imediatamente e envia  sinais elétricos ao coração para aumentarem as batidas cardíacas e altera a pressão arterial para suprir esta “desordem”. Todos os sintomas citados acima pela medicina convencional também são provocados pela falta de circulação sanguínea.

A falta de oxigênio constante provocam insônia e sono superficial, não reparador, dificuldade de memorização e concentração. A  falta de matéria nutritiva provoca fraqueza muscular, falta de energia. O acúmulo de resíduos provocam dor generalizada e difusa, enxaqueca, cefaleia, vertigem. A coluna torcida e rigidez muscular estrangulam os nervos e provocam mau funcionamento de todos os órgãos internos.

O método de tratamento alternativo  “Kotsuban Tyousei” é ajustar a articulação sacroilíaca e a coluna vertebral, todas as articulações e massagear todos os músculos. Assim os músculos relaxam, a coluna ajustada libera os nervos, reativandando a circulação sanguínea, o sistema nervoso e a linfa imunológica. Reativa a força vital, a força de cura natural.

A cura será de forma definitiva. Com o tratamento “Kotsuban Tyousei” a fibromialgia é curada em um prazo relativamente curto e de forma definitiva. Isto é fantástico! Isto é incrível! Continue lendo: O resultado de tratamento da fibromialgia

Dor crônica, a medicina convencional diz que não conhece a causa e não tem cura!

Com o “Kotsuban Tyousei” é fácil de curar ! O importante é não “impedir” o neurotransmissor de “avisar” a existência de algo irregular no corpo humano com o uso de analgésicos.

A dor crônica,  segundo a medicina convencional é a dor de tempo prolongado, normalmente sem identificação, e é mais difícil de ser controlada, causado por múltiplos fatores, estendem-se por mais de 3 meses e pode persistir mesmo após o fim do tratamento. A cura da doença ou lesão, dificilmente tem cura.

Especialistas explicam que ao contrário da forma aguda, não traz nenhum benefício, só sofrimento. A dor é reconhecida porque um estímulo chega até o cérebro. A persistência e continuidade destes estímulos podem danificar o sistema nervoso, criando uma espécie de uma “cicatriz” nos receptores cerebrais, perpetuando o sofrimento mesmo que já não haja nenhum motivo. Uma dor aguda se torna crônica se não tratada rapidamente.

Especialista condena automedicação para pacientes com dor crônica.
Especialista condena automedicação para pacientes com dor crônica.

A dor crônica mais comum são cefaleia, fibromialgia, dores lombar e cervical, insônia, irritabilidade e depressão, entre outros males. Segundo os dados da OMS (Organização Mundial de Saúde), a dor crônica afeta 30% da população mundial. Segundo dados do SBDE (Sociedade Brasileira Para Estudo da Dor) entre os brasileiros 40% sofrem de dor crônica. Também estima-se que só a dor orofacial (que atinge a cabeça, face, pescoço e estrutura da cavidade oral) causa sofrimento em cerca de 8% da população, cabeça 15%, costas 21%, tórax 17%, membro superior 12%, membro inferior 22%, outros, 13%.

As mulheres são as que sofrem mais: 34% delas contra 20% dos homens. Fatores hormonais e genéticos podem explicar porque as mulheres sofrem mais que os homens. Também já se sabe que as mulheres respondem menos aos analgésicos.

A medicina convencional diz que o tratamento da dor crônica é complexo, e seu sucesso terapêutico requer esforço multidisciplinar, baseado em múltiplos enfoques do conhecimento humano, os quais incluem a neurologia, a neurocirurgia, a psicologia, a psiquiatria, a anestesiologia, a fisiatria dentre muitas outras especialidades.

Tem médico especializado em tratamento da dor que fala: “a dor é um alarme que nos adverte sobre ameaças à nossa integridade, suprimi-la indiscriminadamente com analgésicos, pode fazer mais mal do que bem. Na ânsia de se livrar a qualquer custo da sensação dolorosa, mediante o uso de analgésicos, relaxantes musculares, anti-inflamatórios, e outros medicamentos, as pessoas podem estar se privando de seu sinalizador mais perfeito”. Um alarme precioso que a natureza instalou no organismo para soar a cada ameaça de dano ou desequilíbrio.

“A dor é biologicamente necessária”, ela nos protege advertindo-nos quando ultrapassamos nossos limites e corremos risco de prejuízos, diz a Dra. Alexandra Fernandes.

Apesar das advertências dos especialistas como citamos anteriormente, a medicina convencional prossegue no tratamento da dor crônica. Atualmente há poucos analgésicos no mercado voltados especificamente para a dor crônica. Quase todos atuam sobre a dor aguda. A tratamento da dor crônica começa com analgésico simples (anti-inflamatório não hormonal tipo aspirina) e vai elevando na complexidade do medicamento. Se a aspirina não resolve, passa para opióides, substâncias sintéticas ou não de ação semelhante ao ópio. Nesta fase entram os remédios à base de codeína e tramadol(opióides fracos), e se necessário opióide potente cujo agente emblemático é a morfina. Em casos de dores crônicas são usados antidepressivos e anticonvulsivantes, drogas destinadas originalmente ao tratamento de depressão e epilepsia.

Os antidepressivos são excelentes medicamentos contra as dores crônicas, musculoesquelético, especialmente por atuarem contra sensibilização do sistema nervoso central, fortalecendo as informações enviados pelo cérebro para que a dor não seja percebida. Tem função sedativa, ansiolítica(diminui a ansiedade) de relaxamento muscular e até anti-inflamatória.

Efeitos colaterais de antidepressivo:  os efeitos colaterais associados ao uso desta droga são: crise hipertensiva, batimento cardíaco rápido(acelerado), problemas de células do sangue, insônia, tontura, dor de cabeça, retenção de líquido e perda de apetite.  Portanto, não pode ser usado em paciente com insuficiência cardíaca, congestiva ou naqueles com história de doença hepática. Não é seguro para aqueles que são hipersensíveis aos seus ingredientes.

Os anticonvulsivantes:  também são utilizados para muitos tipos de dores neuropáticas, e também indicados em alguns casos de dor crônica. As doses destes medicamentos quando utilizados para depressão e epilepsia são bem maiores. Apesar do tratamento da depressão não ser objetivo na maioria dos casos, não é incomum que sintomas depressivos apareçam no contexto da dor crônica.

Efeitos colaterais dos anticonvulsivantes: tremores, vertigem, sonolência, confusão mental e dor de estômago.

Quando nada dá certo, os médicos podem recomendar algo mais radical.: cirurgia em que as vias que transmitem a informação da dor ao cérebro são cortados.

Esse conjunto de recursos provavelmente é suficiente para sufocar os tipos mais comuns de dor e aliviar aqueles relacionados a quadros graves como o câncer e fibromialgia (moléstia que causa dor em todo corpo).

Abuso de analgésicos levam a consequências, como cefaleia crônica, uma dor de cabeça capaz de infernizar o cotidiano de uma pessoa.

Pelo ponto de vista do tratamento alternativo “Kotsuban Tyousei”: a dor crônica não é doença complicada como diz a medicina convencional. A causa verdadeira é má circulação sanguínea, provocado pela rigidez muscular, e sua origem está na pelve, mais exatamente na torção (deslocamento) de articulação sacroilíaca.

A má circulação sanguínea diminuem o fornecimento de oxigênio, matérias nutritivas, células, linfa imunológica de todo o corpo e provocam a degeneração precoce dos órgãos. Também provocam acúmulo de resíduos da atividade metabólica celular(dióxido de carbono, células mortas, líquidos, etc.: os elementos nocivos).  As células que tem resíduos acumulados emitem sinais de dor ao cérebro, alertando a existência de algo errado no corpo. Só eliminando os resíduos acaba-se com a dor crônica.

O tratamento alternativo “Kotsuban Tyousei”, prossegue o tratamento sem medicamento nenhum e elimina a verdadeira causa. Seu método é bastante simples mas de eficiência incrível: o método consiste em apenas ajustar a pelve(precisamente a articulação sacroilíaca) e outras articulações, ajustar a coluna vertebral e massagear todos os músculos. O objetivo é relaxar todos os músculos e os tendões para reativar a circulação sanguínea, reativando os sistemas de linfa-imunidade e nervoso. Assim reativando a força vital, a força de cura natural se instala ao nosso corpo. Essa cura será de forma definitiva: sem sequela, nem recaída.

A medicina convencional diz que a dor crônica afeta mais as mulheres que os homens: 34% delas contra 20% deles. Fatores hormonais e genéticos poderão explicar porque as mulheres sofrem mais que os homens. Também já se sabe que as mulheres respondem menos aos analgésicos.

Pelo ponto de vista do “Kotsuban Tyousei”, esta diferença está no fato das mulheres terem menstruação (ovulação, concepção e gravidez) que é uma missão sagrada, o mais importante trabalho de ser mulher.

O órgão reprodutor no período que antecede a menstruação, requer quantidade elevada de sangue para preparar a ovulação, a concepção e a gravidez.  O cérebro sempre dá prioridade a esta missão sagrada.  Assim há a falta de fornecimento de oxigênio, matéria nutritiva, linfa- imunidade e, diminuição da capacidade de recolhimento de resíduos em outras parte do corpo. Esta é a razão pelo qual as mulheres sofrem mais que os homens.

A medicina convencional diz que embora ainda não se tenha identificado fatores genéticos, as mulheres que tem outros casos na família, tem mais probabilidade de ter sintomas acentuadas.

Pelo ponto de vista do “Kotsuban  Tyousei”, quando a articulação sacroilíaca da mãe é torcida a filha também nasce com o problema, e, consequentemente a probabilidade de a filha ter sintomas acentuados é maior. Se conseguir ajustar a articulação sacroilíaca da mãe, ainda no início da gestação, certamente, poderá impedir de passar este problema à filha. Continue lendo: Fibromialgia? Ou a felicidade é direito de todos!